Rum de Oyá: Dominga De Oyá








































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Pastor da Assembleia de Deus de Canindé é Faz Filme Comentendo Adultério

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Imagens Ilustrativa

Vazou nos celulares e computadores da cidade de Canindé um vídeo que mostra cenas de sexo entre um pastor da Igreja Assembleia de Deus e uma fiel da igreja. As cenas de adultério entre a autoridade religiosa e a fiel tornou-se escândalo no município e repercutiu no semanário Cinform.

Tudo começou com um vídeo longo de aproximadamente 15 minutos, filmado em um motel com cenas fortíssimas entre o pastor Manoel Macambira de Brito e uma fiel de 35 anos. As cenas de adultério de ambas as partes repercutiu na sociedade do Alto Sertão.

O Pastor José Antônio dos Santos, da Igreja Assembleia de Deus explica que foi ele que levou o Pastor Manoel Macambira, conhecido como Dedé, para a cidade de Canindé, após ser liberado da cadeia na década de 90. Ele havia sido preso em uma cidade de Alagoas por tráfico de drogas.

O Pastor José Antônio explica ainda que ele realizou o casamento de Dedé, e após ele fazer um pacto com Deus, foi consagrado pastor em 2007, e foi destinado para assumir uma igreja no Capim Grosso em Canindé.

Em decorrência do ato, o pastor foi excluído da Congregação, perdendo as credencias para manter-se no posto religioso.

Da redação Itnet, Aparecido Santana

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Alagoas Realiza Ato de Repúdio a Intolerância Religiosa

A denúncia de discriminação religiosa aos de matriz africana por parte da Prefeitura Municipal de Maceió será o tema de um ato público, que acontece nesta segunda-feira (03) a partir das 13h, em frente ao Fórum localizado no bairro do Barro Duro, em Maceió. O protesto de repúdio é devido à limitação de horário e espaço físico no dia 08 de dezembro para as manifestações em homenagem à iemanjá.


A ação é promovida por representantes de várias casas de axé, entidades do movimento negro alagoano, grupos afro-culturais, inclusive, pessoas de crenças diversas e de outras instituições que combatem a intolerância religiosa.
Durante o ato será entregue o mandado de segurança para garantir a liberdade da celebração religiosa, e ainda, a manifestação de repúdio contra a impugnação das atividades afro-culturais na Praça Multieventos em prol do show gospel “Maceió de joelhos”. De acordo com lideranças religiosas, grupos de afoxés, maracatus e bandas de percussão solicitaram o espaço com antecedência, porém o pedido foi indeferido pela Secretaria Municipal de Controle e Convívio Urbano (SMCCU).
Outro ponto em questão é que, pela segunda vez consecutiva, órgãos municipais querem limitar horário e espaço físico no dia 08 de dezembro para as manifestações realizadas por diversas caravanas com adeptos das religiões de matrizes africanas, oriundas de várias partes de Alagoas, que vem para a orla de Maceió homenagear Iemanjá. A atividade já faz parte do calendário cultural do Estado como Dia de Resistência da Religiosidade Afro brasileira (Lei nº 7.384, de 12 de julho de 2012) e, também, atrai centenas de turistas e simpatizantes.
De acordo com o Estatuto da Igualdade Racial, Lei nº12.288, de 20 de julho de 2010 – destinado a garantir à população negra a efetivação da igualdade de oportunidades, a defesa dos direitos étnicos individuais, coletivos e difusos e o combate à discriminação e às demais formas de intolerância étnica – no capítulo III, artigo 23: “É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e suas liturgias”. Portanto, a celebração de festividades e cerimônias de acordo com preceitos das religiões não podem ser impedidos, caso contrário, é enquadrado como racismo.
O caso tem sido acompanhado pelo Ministério Público; a Comissão de Defesa das Minorias Étnicas e Sociais da OAB-AL; projeto Xangô Rezado Alto da Universidade Estadual de Alagoas (Uneal); Secretaria Estadual da Mulher, Cidadania e Direitos Humanos; e a Ouvidoria da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir).
Iemanjá
Iemanjá é a matriarca do panteão afro sagrado, seu nome é derivado de três outras palavras do dialeto africano iorubá: yèyé (mãe), omo (filha) e ejá (peixe). O orixá feminino dos lagos, mares e fertilidade, também, é um dos orixás mais respeitados e populares. Também conhecida como rainha do mar, dona Janaína, Inaê, Princesa de Aiocá e Maria no sincretismo religioso – em Alagoas, é Nossa Senhora da Conceição devido à relação com a maternidade. 
INFO: CADA MINUTO

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Círculo de Ogãs celebra a cultura negra na Praça São Francisco

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O Dia da Consciência Negra foi marcado pela africanidade na praça sergipana que é Patrimônio da Humanidade através do III Círculo de Ogãs, evento realizado pela ONG Sociedade para o Avanço Humano e Desenvolvimento Ecosófico (SAHUDE) e a Associação Cultural Amigos do Museu Histórico de Sergipe (ACAMHS), com apoio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), Casa do Iphan, ONG Ação e Cidadania João Bebe-Água, ONG Ação Cultural e Prefeitura Municipal de São Cristóvão.

O Círculo de Ogãs foi aberto oficialmente no último sábado, 17, com exposição, recital de poesias e uma bela apresentação musical de jovens que através do ritmo da percussão, entoaram um pouco da musicalidade negra na Praça São Francisco, em São Cristóvão, que também foi palco da programação do dia 20.

Dando continuidade ao evento, muitos debates sobre da cultura afro movimentaram o último dia de atividades, além de apresentações culturais marcantes do movimento negro, que encerraram com maestria o evento festivo, que celebra a riqueza e a contribuição significativa da cultura afro para a formação da identidade cultural do povo sergipano.

O secretário adjunto de Estado da Cultura, Marcelo Rangel, esteve presente e destacou a importância da Secult estar presente no evento, como uma pasta que se preocupa em manter viva a simbologia do dia da Consciência Negra em Sergipe. “O Brasil é formado por uma união de culturas e essa miscigenação marcou, especialmente, a formação da sociedade do nosso Estado. Por isso, a Secult marca presença em uma festa como essa, para celebrar a diversidade do nosso povo em um lugar simbólico como é a praça São Francisco”, destacou.

Organização

Entre os organizadores do evento se destacava a sensação de dever cumprido, com mais um ano de importantes atividades em prol da conscientização do papel do negro na sociedade. Este é o caso da historiadora Rose Barbosa, que faz parte da coordenação da Associação Cultural Amigos do Museu Histórico de Sergipe, uma das organizadoras do evento.

“Esse evento representa muito para nós que somos negros. Venho de uma cidade em que a raiz negra é muito forte, que é Salvador, e fico feliz em ver que aqui em Sergipe, e em São Cristóvão, especificamente, essa raiz a cada ano, com a realização do Círculo de Ogãs, se fortalece ainda mais”, observou.

Orgulho de ser negro

Entre as pessoas que se amontoavam na Praça para acompanhar as apresentações, era possível identificar não apenas negros, mas rostos característicos da miscigenação da população da brasileira, empolgados com o ritmo dos batuques do Grupo Afro Cultural Negro do Ilêaxé, do Grupo de Hip Hop do Ponto de Cultura Circulando e da Capoeira União.

“Temos que respeitar nossos antepassados e passar isso para as gerações futuras, sobre o respeito e o orgulho da nossa cor e da nossa raça”, observou a professora Sandra Silva, que levou alguns alunos para prestigiar o evento. Para ela, iniciativas assim são muito importantes, pois passam para os jovens a importância da data para os negros.

O coordenador do Grupo Afro Cultural Negro do Ilêaxé, Edvanilson Andrade, também deu seu depoimento sobre o papel do negro nos dias de hoje. “Herdei a raiz ogã da minha família e hoje me sinto orgulhoso de poder passar para esses jovens um pouco da musicalidade, da dança e da tradição da raiz negra. Isso nunca deve morrer, afinal, temos que difundir essa cultura para as novas gerações e conscientizá-los sobre o quanto nossos antepassados sofreram para termos a liberdade que temos hoje”, ressaltou.

Quem também estava de longe observando a toda aquela manifestação da cultura afro era o aposentado Manoel Ferreira. Ele que já foi diretor do Museu Histórico de Sergipe, é parte da história viva de São Cristóvão e da trajetória dos negros no município. “O negro é um dos grandes responsáveis pela formação da nossa sociedade, da identidade do povo sergipano. Por isso, sinto-me orgulhoso de fazer parte de tudo isso e de ver que hoje nós temos nosso lugar de destaque nesse Estado”, disse.

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Dia Da Consciência Negra Num Brasil Inconsciente



No próximo dia 20 de novembro, amanhã, será comemorado o dia da consciência negra, mais será que o Brasil já tem a real consciência do significado desse dia?

O Dia Nacional da Consciência Negra no Brasil é dedicado à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira. A data foi escolhida por coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmares, em 1695. O Dia da Consciência Negra procura ser uma data para se lembrar a resistência do negro à escravidão de forma geral, desde o primeiro transporte de africanos para o solo brasileiro (1594).

PRECONCEITOS

Mas parece que apesar da bela data muita coisa permanece como antes, como no passado. Antes se escravizava o corpo para usar a força do trabalho, hoje se escraviza o espirito por causa da religião que veio com os negros, foi proibida no Brasil Antigo, liberada no novo Brasil e hoje sofrem os abusos preconceituosos as margens do que a lei garante, protagonizada por religiões como o catolicismo ( Mais uma Vez ) e o Protestantismo ou evangélicos principalmente.





UMA LEI FORA DA LEI

Contrariando a Constituição Brasileira que garante livre prática de culto religioso, a bancada evangélica aprovou uma lei que proíbe o culto de Candomblé na cidade de Piracicaba/SP.

Os seguidores desta religião que está presente no Brasil desde a sua formação, estão proibidos de praticar sua fé sendo penalizados com multas de até R$ 4.000.A Câmara Municipal de Piracicaba/SP, por unanimidade, com o apoio dos vereadores dos seguintes partidos: PT, PDT, PP, PPS, PTB,PR, PMDB, PRB, PSDB deixa estabelecido que:

Íntegra do PL. 202/2010: PROJETO DE LEI Nº 202/10 – Proíbe o uso e o sacrifício de animais em práticas de rituais religiosos no Município de Piracicaba e dá outras providências.

ART. 2º O descumprimento do disposto na presente Lei ensejará ao infrator, a multa de R$ 2.000,00 (dois mil reais) dobrado a cada reincidência.

ART. 3º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Agora acompanhe um trecho da justificativa do projeto de lei:

[...]  "sacrifício de animais em rituais religiosos são inconcebíveis, e contraria a nossa Lei maior a qual é a garantia de vida e bons tratos para com os animais" [...]

Fraquíssima justificativa diga-se de passagem!

CLICK AQUI E VEJA A Lista dos vereadores e seus respectivos partidos:

Algumas entidades como o Movimento Negro (o maior do gênero no país) organizam palestras e eventos educativos, visando principalmente educar a população, mais nada adianta. De forma vergonhosamente disfarçada, os portadores da mazela do preconceito tentam a todo custo disseminar sua doença sobre a população, para que essa passe a desrespeitar o nosso povo negro, o mesmo povo que veio para cá sem pedir a ninguém por isso e que construiu com sua força bruta, com seu suor e com o sangue das suas veias a riquezas de um país covarde.

Como se nada disso bastasse, após tantos séculos de massacre desenvolveu-se uma forma de preconceito que não deveria existir, mais existe e é o pior deles ´´ O Preconceito de Si Mesmos ``. Procura-se evitar o desenvolvimento do auto-preconceito, a interiorização perante a sociedade, mais essa é a mais difícil das tarefas.
Para finalizar por qui pois se eu fosse citar mais coisas levaríamos toda uma semana eu deixarei uma indagação que atualmente causa muitas opiniões favoráveis e contrárias a ideia.

As cotas universitárias que são leis a partir de 2012, são direitos legitomos adquiridos ou são apenas mais uma forma de inferiorizar e descriminar as etnias negras no nosso País? 

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ASTUC Faz Entrega De Cestas Do PAA Pa Seus Associados.

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Nesta quarta feira 31/10, a Astuc, Associação Sergipana dos Terreiros de Umbanda e Candomblé sediada em Umbaúba, região sul de Sergipe entregou aos seus associados os alimentos adquiridos e distribuídos pelo PAA.

A ASTUC- Associação Sergipana Dos Terreiros De Umbanda e Candomblé foi por Jose Jackson Dos Santos (KEKEU) que é o atual presidente. A ideia da fundação de uma associação desse tipo veio logo após ele participar Da Conferência Nacional De Segurança Alimentar e Nutricional em Brasília no ano de 2011, que dessa vez inseriu os povos de Terreiro como parte integrante da segurança alimentar uma vez que, muitos dos praticantes são de pessoas altamente necessitadas de alimentos, além do fato das religiões de raízes africanas serem baseadas na natureza e nas coisas dela extraídas (alimentos dos cultos aos Orixás).

Em Umbaúba, a Astuc que trabalha com os povos de terreiro que tem por tradição a boa alimentação durante seus festejos religiosos. Essa alimentação equilibrada também é utilizada no dia a dia das comunidades, na alimentação dos seus adeptos, convidados e familiares durante os períodos de cultos.

´´O PAA é um programa que auxilia muito as pessoas com certa dificuldade alimentar. Nós da ASTUC estamos felizes por termo sido contemplados pelo projeto, pois ao que sabemos, somos a primeira associação ligada aos cultos afrodescendentes no estado de Sergipe a fazer parte do programa``, disse Kekeu, presidente da ASTUC.










 PAA

O Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) é uma das ações do Fome Zero e promove o acesso a alimentos às populações em situação de insegurança alimentar e promove a inclusão social e econômica no campo por meio do fortalecimento da agricultura familiar. O programa é baseado na aquisição de alimentos produzidos por famílias de assentados da reforma agrária e de outros indivíduos que tem na agricultura familiar o seu meio de subsistência.
Ao vender o excedente dessa produção para gerar renda, esses alimentos são adquiridos pela Conab e distribuídos em comunidades, associações que trabalha com pessoas de baixa renda e que se encaixam no programa.

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